Carreira na Televisão e Grandes Papéis

Sua estreia nas telas aconteceu em 1970, na TV Excelsior. Pouco tempo depois, ingressou na TV Globo, onde ganhou notoriedade nacional.

• Em 1975, ganhou forte destaque interpretando Berto na clássica novela Gabriela.
• No ano seguinte, em 1976, viveu seu primeiro protagonista em Duas Vidas, interpretando o personagem Dino César.
• Consolidou-se na comédia e no drama com papéis inesquecíveis, como o irreverente e divertido motorista Nando de Guerra dos Sexos (1983) e o jogador de futebol Luca em Vereda Tropical (1984), que se tornou um fenômeno de popularidade.

Televisão, Cinema e Teatro

Música

Trajetória no Cinema

Além do sucesso estrondoso na televisão, Mário construiu um currículo sólido no cinema nacional. Ele protagonizou a adaptação cinematográfica do clássico literário O Cortiço (1978), no papel de Jerônimo, e participou de outras produções importantes, como Beijo na Boca (1982), O Escorpião Escarlate (1990) e, mais recentemente, as comédias TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva (2017) e Mulheres Alteradas (2018).

50

anos atuando

60

papéis na televisão

10

papéis no cinema

Vida Pessoal e Incursão na Música

No auge do sucesso em Duas Vidas (1976), Mário interpretava a canção-tema de seu próprio personagem. O sucesso da faixa o motivou a lançar um álbum musical autointitulado em 1977. No entanto, a divulgação do disco e o ritmo da sua carreira artística foram fortemente impactados naquele período devido a uma notícia falsa e de cunho sensacionalista espalhada por um jornal da época, o que o levou a processar o veículo e a fazer uma pausa temporária nos trabalhos.

Mário Gomes é pai de quatro filhos e continua sendo lembrado pelo público brasileiro como um dos rostos mais marcantes e carismáticos da história da nossa TV.

O dono da bola (1984)

Prêmios

Mário foi indicado a 4 prêmios por sua atuação, recebendo 2 deles.

No teatro, seu talento também foi reconhecido cedo: em 1973, ele venceu o prestigiado Prêmio Molière de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação na peça Greta Garbo, quem diria, Acabou no Irajá.

Prêmio Molière (1973)

Melhor Ator Coadjuvante em

‘Greta Garbo, quem diria, Acabou no Irajá’

Venceu

Troféu APCA (1984)

Melhor Ator em

‘Guerra dos Sexos’

Venceu

Troféu Imprensa (1984)

Melhor Ator em

‘Guerra dos Sexos’

Indicado

Melhor Ator em

‘Vereda Tropical’

Indicado

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